Imensidão
Oh tu que vagueias, bússola o vento
-no teu âmago
as lágrimas da alga
errantes de
encontro ao vento
tomada de
palco daquele evento
testemunhado
pelos feixes, luares que solares
que muitas
vezes o alicerce do sorriso crepuscular-,
-no exterior
aquela onda
que se destroe
que se edifica
sustentando a
sua existência
atendo-se ao
movimento que a define:
de toda a
parte, da parte o todo
que do resto
a essência, da essência o cerne-,
vês estas
terras infinitas, que areias movediças?
Por elas
toma-te um pensamento
Do tamanho do
teu espanto,
Que é lindo o
universo
Tu um
ornamento sem dimensão.
Serano Manjate


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