Um vento
Areia encarnada! Fácil demais,
liquidas mãos e pensamentos de inverno,
a porta nunca se abre, e há cá esta luta,
mas miúda...
nunca deveras intencionou experimentar
esta aventura; antes nuvens e agora flocos de neve
-há um monstro no seu coração,
por pouco não caia,
amarelo então pálido, sombra e por fim um anjo.
O miúdo ri-se, um sorriso deita-se no peito do oceano:
memórias...
dum vento que nunca teve nem sequer uma chance,
lá estão os olhos seus. Oh! Uma flor.


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