Violeta
Arena, victória:
alma fragmentada que pousou
no teu universo exótico, invocada
pelo brilho que se assemelha
ao seu: anjo de dupla alma,
composta pelo meu âmago e sua essência;
mero tom procurando harmonia
ensurdecendo o mundo
enquanto suas lágrimas caiem;
de joelhos,
para ver se o mundo o permite a felicidade
que outrora fluiu através das suas asas.
Olhos pousados sobre o teu reino,
sina é que não o é, ou então a minha alma
seria enegrecida pelos pecados meus:
confiei-te o meu âmago na esperança...
de que o gozo viesse a encontrar-me
através da sabedoria nos teus meios.
Oh, ludibrioso e todo poderoso! Ante a ti me curvo:
poupe estas almas frívolas
que se alimentam de luz, perdoe-nos esta natureza
que é mundana,
doravante, prometemo-lo discernidade,
e nunca mais cruzar o teu caminho;
incapazes de mudar a nossa natureza,
ofertamo-lo a nossa tristeza eterna.


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