Realidade
Rios choram milagres
à luz daquele sorriso, tão radiante
que não existia antes da terra
descobrir as suas raízes –este que então floresce-
na morte do desespero, este bravo aroma
desenhando rumos e entoando canções
atendo-se...
ao que a eternidade sempre julgará.
A lua revela seus contos de ternura
-era uma vez-, é uma questão?
o narrador trás sangue e um inferno de contos paradisíacos
para vender e morrer, a cada vez que a mentira toca uma asa.
Chore rio, chore!... (ah! e honre o gozo).


0 Comments:
Post a Comment
Subscribe to Post Comments [Atom]
<< Home